Bem vindos ao Muxima's porque tudo aqui é "de coração".
A Rua do Cruzeiro desce do centro da Praia da Pipa e no número 17 o nome está escrito em letras grandes sobre a entrada: Muxima's. Muxima quer dizer coração em kimbundo, língua falada em várias regiões de Angola, e aqui isso não é enfeite: a casa foi aberta por uma cozinheira angolana nascida em Luanda, e o cardápio cruza essa raiz com a cozinha do litoral potiguar. Os hambúrgueres levam, um a um, nome de um lugar de Angola.
Abre de terça a domingo, do meio-dia à uma da manhã. Chame no WhatsApp e pergunte sobre os pratos para duas pessoas
| Onde | R. do Cruzeiro 17, Praia da Pipa, Tibau do Sul (RN) |
|---|---|
| O que é | Bar e restaurante de raiz angolana com cozinha do litoral |
| Horário | Terça a domingo, 12:00 às 01:00. Segunda fechado |
| Serviço | Refeição no local · para viagem · entrega |
| No cardápio | Frutos do mar, carnes, massas, pizzas, hambúrgueres, linha vegana e prato kids |
| Música | Show e música ao vivo |
| Pagamento | Aceita cartão |
| Wi-Fi | Sim |
| +55 84 99945-6629 | |
| @muximaspipa |
O cardápio se lê em duas direções. Uma é a do Nordeste: moquecas de dendê, carne de sol, farofa de banana, feijão tropeiro. A outra é a de Angola, e aparece nos nomes: para entender a casa em um minuto é só olhar a página dos hambúrgueres.
São onze e cada um se chama como um lugar angolano. O Luanda, com carne caseira, mussarela e molho tártaro. O Lubango, com gorgonzola. O Benguela, com picles e barbecue defumado. O Namibe, com cheddar, cebola caramelizada e bacon, que também vem duplo. O Caboledo, de tiras de frango com milho verde e aioli. O Lobito, de costela desfiada. O Mussulo, com blend de camarão e verduras, e o Sumbe, esse mesmo blend à milanesa. Fecham os dois vegetarianos: o Kalandula, de grão de bico, e o Huambo, de feijão. Tem ainda um combo de mini hambúrgueres para escolher dois, e um vegetariano que traz um de cada.
Moqueca de peixe e moqueca de camarão, as duas em azeite de dendê e leite de coco, com arroz e pirão. Camarão à Muxima's, o que leva o nome da casa, com catupiry gratinado e arroz de castanha de caju. Filé de peixe do dia grelhado ao teriyaki. E os arrozes cremosos, que são prato inteiro: de camarão, de polvo com açafrão e feijão verde, e de frango.
Filé Massai, de contrafilé ao molho da casa com chips de mandioca. Do litoral ao sertão, que junta carne seca desfiada ao creme com camarão e queijo. Carne de sol com feijão verde cremoso e batata recheada. E duas parmegianas: a de contrafilé e a nordestina, feita com carne de sol. As massas são de talharim fresco.
Tem uma página inteira pensada para dividir. O chapeado misto traz ancho, carne de sol, frango, linguiça de pernil, queijo coalho e frutas grelhadas. A moqueca mista leva camarão e peixe juntos. O trio do mar soma peixe, camarão e tentáculos de polvo sobre arroz de castanha de caju e farofa de banana.
A seção Veg traz moqueca vegana —banana e legumes no dendê com leite de coco— e strogonoff de cogumelos. Somam-se os hambúrgueres de grão de bico e de feijão, o combo mini vegetariano e três saladas, entre elas a SQN, com repolho roxo e aioli de ervas. O prato kids está declarado para pequenos até doze anos e vem com arroz e batata frita.
As pizzas são sete, da marguerita à Muximas —carne de sol, creme de queijo e camarão—, com uma de chocolate para o fim. Entre os petiscos tem palito de camarão ao panko, ceviche de polvo e de carne de sol, bruschettas, polvo a lagareiro, mini pastéis e caldinhos de feijão, de peixe e de camarão.
O bar está inteiro no cardápio. Cervejas long neck —Corona, Heineken, Stella Artois, Budweiser e uma sem álcool— e garrafas de 600 ml. Sucos naturais de limão, abacaxi, maracujá, manga, uva e laranja, limonada suíça com leite condensado, espresso e capuccino.
Depois começa a parte que explica por que a casa fecha à uma. Tem uma coluna inteira de cachaças do Nordeste —Samanaú, Matuta, Volúpia, Papary, Nêga Fulô, Asa Branca— e sobre essa base estão as caipirinhas, a caipiroska, a caipifruta e a saquerinha. Seguem as gin tônicas, o mojito, o daiquiri, a piña colada e o espresso martini, mais vinhos, vodka, whisky, rum e licores em dose.
A casa se apresenta com uma frase própria: bem-vindos ao Muxima's porque tudo aqui é de coração. E acrescenta outra, que explica como funciona a noite: o cardápio é recomendado para quem gosta de cozinha e de boa música. Tem show e música ao vivo, e isso organiza o ritmo do salão: cedo é mesa de comer, mais tarde é mesa de ficar.
O nome em letras grandes sobre a entrada é a referência para achar a casa da rua. Lá dentro tem Wi-Fi e se paga com cartão. A história faz parte do lugar: quem abriu foi Ana Paula, angolana nascida em Luanda, em setembro de 2009, depois de três anos em Itacaré, na Bahia. A despedida também está escrita: o que você leva quando sai daqui é saudade.
O dado que organiza a semana: segunda-feira fecha. De terça a domingo abre ao meio-dia e a cozinha segue até uma da manhã. São treze horas seguidas, sem corte entre almoço e jantar, seis dias dos sete.
Esse horário dá à casa três momentos diferentes. O do meio-dia, quando você sobe da praia e vale um prato para dois no meio da mesa. O do jantar, que é quando entra a música e o salão muda de ritmo. E o trecho depois da meia-noite: nessa hora tem poucas cozinhas trabalhando na vila e aqui ainda dá para pedir um hambúrguer ou um caldinho.
Se você for em grupo, a hora conta: a mesa de oito ou dez entra mais confortável ao meio-dia ou antes das oito. Mande mensagem antes pelo WhatsApp e avise quantos são.
Fica na Rua do Cruzeiro 17, em pleno centro da Praia da Pipa, Tibau do Sul. É uma das ruas que descem do centro, então de qualquer pousada da Praia da Pipa dá para ir caminhando, e o trecho desde a Praia do Centro são poucos minutos a pé. O plus code é QWCX+JX.
A rua é estreita e de paralelepípedo: o prático é deixar o carro em cima, na avenida, e descer os últimos metros a pé. Se você chega de Natal ou do aeroporto, veja antes como chegar em Pipa e as opções de transfers. E se não quiser sair, a casa trabalha para viagem e com entrega.
Para uma família tem duas coisas concretas: o prato kids, declarado para pequenos até doze anos, e um cardápio onde metade se divide. Para um grupo grande funciona igual: o chapeado misto e o trio do mar foram montados para o meio da mesa, os petiscos e os caldinhos se pedem de vários, e as pizzas fecham. Numa mesa mista ninguém fica de fora: tem moqueca vegana, hambúrgueres vegetarianos, peixe, carne e massa no mesmo cardápio.
Para quem quer comer algo que não está em nenhum outro cardápio da Pipa. A raiz angolana não é decoração: está no nome, na história da casa e nos onze nomes dos hambúrgueres.
Para quem chega tarde. A cozinha segue até uma da manhã, seis noites por semana. Passada a meia-noite, no centro da vila, isso é uma vantagem prática.
Para a mesa que não se decide. Frutos do mar, carne de sol, massas, pizzas, hambúrgueres, linha vegana e prato kids convivem no mesmo cardápio, com pratos montados para dividir.
Não. Segunda é o único dia que fecha. Abre de terça a domingo, das 12:00 à 01:00.
A cozinha trabalha até uma da manhã, de terça a domingo.
O nome: muxima quer dizer coração em kimbundo, uma língua de Angola. Quem abriu foi Ana Paula, angolana nascida em Luanda, em 2009. E os onze hambúrgueres levam nome de lugares angolanos: Luanda, Lubango, Benguela, Namibe, Cabo Ledo, Lobito, Mussulo, Sumbe, Kalandula e Huambo.
Tem. A seção Veg traz moqueca vegana e strogonoff de cogumelos, e entre os hambúrgueres estão o de grão de bico e o de feijão, além do combo mini vegetariano.
Pode. Tem prato kids declarado para pequenos até doze anos, com carne ou frango, arroz e batata frita.
As duas coisas, além do serviço no salão.
Tem, a casa faz show e música ao vivo. Para saber que noite toca quem, mande mensagem antes.
Dá, aceita cartão. Também tem Wi-Fi no local.
Se a noite virou de ficar no apartamento, a cozinha também sai da casa. Peça o jantar para viagem ou com entrega pelo WhatsApp