Gastronomia Italiana. Pastas Artesanais. Opções vegetarianas e sem glúten.
A Rua das Gameleiras começa no centro da Pipa e sobe no meio das árvores. No número 5, logo na boca da rua, fica o Tá Massa: uma casa italiana que desde 2010 faz massa artesanal e mantém uma linha sem glúten declarada no próprio cardápio. São dois ambientes, a cozinha abre às 16h30 e vai até as 23h30, e o único dia em que não atende é a terça.
Pergunte pelas massas sem glúten
| Tipo | Restaurante italiano · massa artesanal |
|---|---|
| Região | Rua das Gameleiras, centro da Praia da Pipa |
| Endereço | R. das Gameleiras 5, Praia da Pipa, Tibau do Sul (RN) |
| Horário | De quarta a segunda, 16h30–23h30 · terça fechado |
| Desde | 2010 |
| Salão | Dois ambientes |
| Serviços | Jantar · delivery · aceita cartão |
| No cardápio | Massas artesanais · sem glúten · opções vegetarianas · piadina · tapiocas · sopas no pão italiano · saladas |
| Para beber | Sucos naturais |
| Para quem | Casal · família · amigos |
| Contato | +55 84 99870-4763 |
| @tamassarestaurante |
A casa se define como gastronomia italiana com massas artesanais, e é isso que aparece nas fotos dela: massas de fita, na largura do fettuccine, e penne curto para os molhos que entram por dentro. Não é uma massa só com dois acompanhamentos: são formatos diferentes para molhos diferentes.
Os molhos que aparecem nessas fotos cobrem os três caminhos clássicos de uma cozinha italiana. Tem o de tomate, servido com queijo ralado e uma folha de manjericão em cima. Tem o molho de carne, encorpado, com uma coroa de queijo em volta do prato. E tem o molho claro, mais leve, aquele que se usa quando o ingrediente principal precisa aparecer.
Esse ingrediente principal, numa vila de litoral, muitas vezes vem do mar: nos pratos da casa aparecem camarões inteiros e mexilhões na concha, no meio da fita de massa. É a versão daqui de um cardápio italiano, feita com o que tem por perto.
Esse é o dado para anotar antes de chegar na Pipa, porque não são muitos os endereços que resolvem isso: o Tá Massa declara opções sem glúten na própria descrição e comida para celíacos entre os serviços da casa. As duas coisas estão escritas pelo restaurante, não deduzidas.
Na prática quer dizer que a pessoa da mesa que não come glúten não fica de fora do programa. Na maioria das casas de massa ela acaba pedindo uma salada e olhando o prato dos outros. Aqui existe cardápio para ela pedir o mesmo que o resto. Se a restrição for rigorosa, o caminho é mandar mensagem no WhatsApp antes e confirmar o que tem naquela noite.
Em paralelo corre a linha vegetariana: a casa declara que toda a variedade dela —os sanduíches, as tapiocas, as sopas, as massas e as saladas— tem opções vegetarianas. É um cardápio montado para que uma mesa mista não precise negociar onde vai jantar.
A casa trabalha ainda uma linha que não se parece com a de nenhum outro italiano da vila, e que explica por que ela abre tão cedo. Tem piadina, o pão achatado da Emília-Romanha que se fecha como sanduíche; tem tapioca, que é o outro lado do mapa e o café da manhã do Nordeste inteiro; tem saladas; e tem sopa servida dentro de um pão italiano.
Essa última merece a descrição, porque é a que se reconhece de longe: chega um pão redondo inteiro, com a tampa cortada e apoiada em cima, recheado com a sopa do dia, e ao lado um pratinho com queijo ralado e cebolinha para ir somando. Come o recheio primeiro e o recipiente depois. Numa noite de vento de baixa temporada é exatamente o que você quer pedir.
A casa coloca à frente os sucos naturais, feitos com fruta, e cita eles junto com o resto do cardápio como parte da mesma ideia: uma cozinha que o próprio restaurante define como comida saudável. Numa vila onde o calor só cede tarde da noite, o suco de fruta é a bebida que acompanha a massa sem pesar.
É também o motivo pelo qual essa casa funciona às cinco da tarde e não só às nove da noite: dá para entrar por um suco e uma piadina na volta da praia, sem que aquilo já seja o jantar.
São dois ambientes, segundo a própria casa. Não é um salão único com todas as mesas juntas: são dois espaços, e isso muda o som de um jantar —a mesa de seis e a mesa de dois não dividem o mesmo canto.
As fotos do restaurante mostram mesa posta de antemão, com azeite, sal e pimenta à mão sobre o pano, e pratos de cerâmica cinza com relevo que se repetem de um prato para o outro. É serviço de mesa, sentado, com a comida montada na cozinha e trazida para o salão.
O local se declara para casal, para família e para amigos, nessa ordem de atributos. Os três juntos descrevem bem o tipo de noite: não é bar com música nem mesa de cerimônia, é uma casa de bairro onde se janta com calma e se conversa.
Terça é fechado. É o dado mais útil desta ficha, porque é o único dia da semana em que a cozinha não abre: a casa atende de quarta a segunda, nos outros seis dias, sempre no mesmo horário.
Esse horário é das 16h30 às 23h30, e ele é mais largo do que parece. Abrir às quatro e meia da tarde quer dizer que dá para comer alguma coisa na volta da praia, antes de a vila inteira sair para jantar: nessa hora o salão está começando e tem mesa sem espera. Entre oito e dez da noite é quando o centro da Pipa enche, e aí vale chegar com antecedência.
O fechamento é às 23h30 em todos os dias em que abre, sexta e sábado incluídos, então a última mesa senta bem antes disso. Se o seu plano é jantar tarde depois de um passeio longo, mande mensagem no WhatsApp avisando.
Na baixa temporada, com a vila mais calma, os dias de semana sentam sozinhos: dois ambientes e seis dias de funcionamento dão lugar de sobra.
R. das Gameleiras 5. A Rua das Gameleiras é a rua que sai do centro e sobe para dentro, no meio da vegetação, e o número 5 fica logo no começo: dá para chegar a pé da praia do centro e da avenida principal, sem pegar nada. Depois de um dia na Praia da Pipa, você sobe caminhando e chega.
Essa proximidade é o que faz o horário das 16h30 funcionar: sai da areia, passa no apartamento e entra para comer sem precisar mexer o carro. Para quem vem de fora da vila —Tibau do Sul, Sibaúma, Natal— a referência é o centro: chegando lá, Gameleiras é a primeira subida.
Se você ainda está organizando a viagem, no guia estão as formas de chegar na Pipa e os transfers do aeroporto.
Para a noite em que ninguém quer sair, a casa faz delivery e também se pede por aplicativo: a massa chega no apartamento. E aceita cartão.
Para a mesa em que alguém não come glúten. É a razão principal desta ficha existir: tem massa artesanal com linha sem glúten declarada, e isso na Pipa se conta nos dedos de uma mão.
Para a família que quer jantar cedo. Abrir às 16h30 resolve o problema das crianças que comem às seis e não às nove, e os dois ambientes dão espaço para sentar à vontade.
E para o casal que procura um jantar tranquilo a passos do centro, sem programa de noite longa: janta, volta caminhando e pronto.
De quarta a segunda, das 16h30 às 23h30. Terça é fechado.
Tem. A casa declara opções sem glúten e comida para celíacos. Se a restrição for rigorosa, mande mensagem no WhatsApp antes de ir e confirme o que tem naquela noite.
Tem. A casa declara que toda a variedade dela —sanduíches, tapiocas, sopas, massas e saladas— tem opções vegetarianas.
A partir das 16h30. É uma das cozinhas que abrem mais cedo para a tarde no centro da Pipa, então dá para comer na saída da praia.
Até as 23h30, nos seis dias em que abre, fim de semana incluído.
Fazem. A casa trabalha com delivery e também se pede por aplicativo, além do serviço no salão.
Aceitam.
Piadina, tapioca, sopa servida dentro de um pão italiano e saladas. Tem também sucos naturais.
Na R. das Gameleiras 5, no começo da rua, a passos do centro da Praia da Pipa. Dá para chegar a pé da praia.